terça-feira, 28 de outubro de 2008

Série Horizontalidade - Wagner Rossi Campos

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A Série Horizontalidade é desdobramento da Série Ponto de Equilíbrio. Nessas imagens - aqui apresento uma delas - meu corpo horizontal e em suspensão dialoga com a evidente verticalidade dos corpos sociais.

Vito Acconci - 1970



Three Relationship Studies - vídeo em super8

domingo, 26 de outubro de 2008

PAUSA

Sou um corpo repleto de contradições, embebido em infinitas citações, instruções, modos de uso, agenciamentos. Mesmo assim, sou ainda um feixe de luz que, em evidente descompasso, reflete sua intensidade e calor nos diversos contatos, efêmeros e fugazes, que insistentemente explodem diante de mim. Minha sombra, delimitando um volume denso e anteparo para outra luminosidade, impele o observador e qualquer ente sensível a dizer com certeza: A luz é externa! Quanta ignorância, já que para se concluir tal fato é necessária outra intensidade de luz capaz de se fartar de razão.

Similarmente, somos insistentemente bombardeados pelo domínio limitado da arte, como forma e produto, e inseridos em um mercado competitivo que orienta e define valores capazes de silenciar forças intensas, transformando certos padrões artísticos e estéticos em verdadeiros enunciados vanguardistas. Dessa condição, nada mais óbvio do que concluirmos também que, diante da arte instituída, nada resta a fazer, já que somos apenas uma sombra, um rastro perante sua magnitude.

Novamente, teimo em insistir na ausência de sensibilidade para o reconhecimento da força e intensidade do corpo, de suas errâncias, desejos, diferenças. Ao nos permitir o abalo pela eficácia do mercado da arte, aliado à complexa rede de comunicação midiática – fábrica glamurizada de prazer e desejo consumista – somos forçados a aceitar um espaço que nega a evidencia das nossas particularidades e capacidades criativas. Ondas e ondas de informação bombardeiam intensamente nossos sentidos e percepções, transformando a vitalidade da existência em um depósito de detritos aguardando solicitação de uso. Perdidos diante de um desejo de adequação, mesmo que aparentemente transgressor, o corpo – seu corpo/meu corpo/nosso corpo – sente-se desconectado daquilo que é essencial para o domínio de si. A arte, manifestação da existência e de sua vitalidade, que processual e experimental definem diferenças múltiplas, não condiz com a restrita capacidade de absorção do mercado.

Opto, nesse momento, por perceber a grandiosidade das idéias, experiências e sensibilidades de um número diverso de artistas e não artistas que, no fluxo caótico da existência, desejam intensamente dizer o que ainda deve ser dito. Dessas presenças, o que fica é a imensurável relação entre a vida do artista e sua obra, uma determinando a existência da outra, alimentando-a, transformando-a, intensificando o contato com o mundo e sua face trágica.


wagner rossi campos

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

imagens da instalação RE/AGente - mostra [ ]e tal...
































































sábado, 11 de outubro de 2008

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Projeto RE/AGente - depoimento 1

Durante a mostra [ ]E TAL... , apresentarei uma videoinstalação. No vídeo, em sequências alternadas, comento algumas especificidades do projeto RE/AGente. Chamo esses comentários de depoimentos 1,2,3.

Aqui o depoimento 1.


domingo, 5 de outubro de 2008

RE/AGente. Projeto para mostra de arte no Mamacadela.

Dia 11/10/08 é a abertura da mostra coletiva [ ] e tal... no espaço Mamacadela. O local é uma casa no bairro Santa Tereza, em Belo Horizonte.






Participo dessa mostra com o projeto RE/AGente.
O projeto teve inicio a partir de uma carta/convite que enviei aos artistas da mostra. Como é um projeto que privilegia o processo, o contato e a troca, dia a dia elaboro uma e outra questão que surge...

Apresento aqui a carta/convite que enviei aos artistas participantes.


Convido-o a participar da realização do meu trabalho que, em parte, é a apresentação do seu trabalho. Caso aceite, enviarei, via e-mail, a fotografia - fotoperformance - de uma ação realizada por mim para a câmera fotográfica. Nessa foto, meu corpo está nu e invertido sobre uma cadeira preta. Ao receber essa imagem, você deve criar ou se apropriar de algum objeto, desenho, pintura, texto verbal e tal... que, de alguma forma, crie uma relação de contato entre você e a imagem que recebeu.
O resultado dessa aproximação originará ações simbólicas e prováveis objetos.
Confirme sua participação respondendo esse e-mail. Em seguida, enviarei a imagem para sua apreciação.
As dimensões máximas para sua criação devem se restringir a 50x50x50cm.

Os trabalhos originados a partir daí, incluíndo o seu, é o que será exposto no espaço determinado para o meu trabalho.
A montagem dos trabalhos desenvolvidos é de minha responsabilidade, e sua participação será evidenciada no espaço da mostra com os dizeres:
nome do trabalho: RE/AGente / wagner rossi em colaboração com : nome dos participantes (o seu incluído.)

Durante a mostra, na abertura, uma pessoa se encarregará de distribuir, entre os visitantes, um impresso com a mesma imagem fotográfica recebida por você.
Essa proximidade do espectador com a "obra" impressa fortalecerá o vínculo entre a imagem que ofereço e o seu trabalho, exposto no espaço do meu trabalho.

Embaralhando os códigos e lugares definidores do que é meu e seu que o trabalho se abre para o outro.

Aguardo sua resposta, desejando uma feliz parceria entre nós.

sábado, 4 de outubro de 2008

ZIKZIRA - Projeto Solilóquios 2008- Eduardo Fukushima


O zikzira espaço ação apresenta a segunda etapa do projeto ‘Soliloquios’ 2008, com solo Brasileiro de Eduardo Fukushima.

Mediadora:
Helena Katz (jornalista, professora PUC/SP)
Um manifesto pessoal, um depoimento não verbal.
Uma urgência latente.
Escolhido dentre 305 candidatos de todo Brasil, Eduardo Fukushima apresenta seu trabalho solo.
“Antes dos gestos e movimentos, minha dança nasce de sensações cotidianas, de uma urgência e necessidade de comunicação. A questão neste trabalho surgiu a partir do próprio movimento, ele o principal condutor de uma razão para dançar. Estou interessado em questões do meu corpo neste momento, sua situação. Chego a um corpo em contenções, reflexo desse tempo e dessa sociedade e entre contenções criam-se inúmeras possibilidades.”
Eduardo Fukushima
Entrada franca
Censura livre
Os ingressos poderão ser retirados 1 hora antes do espetáculo no local.

Dias 04 e 05 de outubro. Local: Zikzira Physical Theatre
Rua Laplace 18a, Santa Lúcia, Belo Horizonte, MG, CEP 30130-005
31 32930833

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Arte é pra se viver nela.




Venho ampliando formas de pensar meu trabalho como artista e, assim, reforçando relações entre vida e arte. O assunto já é batido e situado dentro de contextos vanguardistas da segunda metade do século XX, mas, ao mesmo tempo, continua fresco e aberto a experiências e propostas que teimam em insistir. Não poderia ser diferente, já que estamos imersos em múltiplas realidades plenas de imagens e, de alguma forma, tudo isso me remete a momentos distantes no tempo, onde o corpo repleto de simbologias secretas – imagens mentais e reais oscilando entre o dentro e o fora - dialogava de forma presencial com o mundo.





Junto à pesquisa que venho realizando, em que o corpo é acontecimento dado a ser visto, sentido, amado, vivido, venho percebendo encontros como ações ativadoras de espaços e energias – internas e externas. Estas ativações do vivo, plenas de desejo e vitalidade, reforçam minha convicção de que a arte é elemento favorável à troca jubilosa, ativa e criativa.







Arte é pra se viver nela!

Assim, heis que ontem estive num “clubinho”. Ou melhor, no clubinho. O clubinho é um nome qualquer - ou o nome próprio - de um grupo de artistas amigos. Não sei se sou do clubinho, mas, de qualquer forma, participei dele e nessa presença, vivi muito do que disse há pouco. Experiência imersiva de troca e afetividade, alegria e força inventiva. Tudo bem caótico, mas a própria manifestação da vida em sua força e abertura ao que está por vir.









Dessas experiências não se aprende nem se interpreta, vive-se! Mas e as imagens?
A imagem é um elemento, ela é recorte. Por isso o recorte materializa um objeto que pode vir a ser inserido no “universo” da arte. Pensando sobre isso, observo como cada escolha, cada opção, cada percurso e experiência vêm carregado de sua determinação. Essas determinações e escolhas originam lugares muitas vezes pré-fixados dentro do contexto da arte instituída, mas, também, permitem renovadas atitudes, contatos e contágios que, desdobrando-se no tempo/espaço, unificam ações em rede. Na complexidade desses fluxos de vida, momentos são transbordamentos que, se espalhando pelos campos altamente fecundos, germinam novas e novas associações e trocas.









Não quero mais diferenciar a vida da arte. Somente ampliando minhas concepções e limites, somente o meu pensar livre e aberto podem favorecer a existência de uma manifestação artística localizada, recortada. Lente de aumento sobre uma faceta da realidade da experiência estética. O essencial, invisível, veste os olhos, a pele, os órgãos, os sentidos diversos.



junto ao texto, algumas fotos feitas no "clubinho" de ontem.
participaram eu, Dani, Júlio, Marco, Clarice, Camila e João.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Ambientes Virtuais e Campos de Imersão - EIA 2008



















Ambientes virtuais e campos de imersão

Amadeu Zoe e Márcio Black (barulho.org)
Diogo (Cooperativa Laudelina)
Lucas Bambozzi

mediação: Caio Fazolin

CCSP
Sala 0 - Piso Flávio de Carvalho
Rua Vergueiro, 1000
São Paulo

11 de setembro
quinta-feira
19 h


Será também uma boa oportunidade para apresentarmos a nova proposta
de trabalho do EIA para a semana de imersão desse ano e nos reencontramos.

DEBATES 2008

São encontros entre atores urbanos cujo objetivo é definir e ativar elementos chave para o JOGO, como: possíveis locais para casas do jogo, levantamento de mídias disponíveis para arquivar e divulgar pistas e aprofundamento de temáticas e discussões de inspiração para o desenvolvimento de um jogador urbano.

É um momento em que todos, debatedores e participantes, se reconhecem como jogadores e começam a desenhar juntos os campos de imersão. Cada debatedor apresenta suas realidades e pesquisas cotidianas na urbes e depois contribui com a criação da SEMANA DE IMERSÃO. O debatedor é um ator urbano que está envolvido com algum grupo ou comunidade urbana.


1º Debate 2008:


"Ambientes virtuais e Campos de imersão"

Objetivo: Integrar o tabuleiro cibernético aos corpos, às ruas, comunidades e cidadãos. Discutir como os ambientes virtuais podem contribuir no estabelecimento, expansão e fortalecimento das redes coletivas e como a ampliação do acesso à tecnologia e suas possibilidades são estratégicas na transformação das relações sociais.

Debatedores/ Atores Urbanos:

Diogo- integrante da Cooperativa Laudelina, desenvolve redes e sites em software livre.

Amadeu Zoe – (Barulho.org) Mestrando em Geografia Humana na USP com o tema "A implantação da Internet no Brasil, o conceito de rede e a geografia dos fluxos informacionais no século XXI", Amadeu é professor de "Criação de Mídias" no colégio Miguel de Cervantes. Também atua como produtor e editor da web rádio "DADA Rádio", apresentando o programa "Electrojazz" além de produtor dos eventos e festas de rua do coleteivo barulho.org, que tem como princípio a organização de apresentações visuais e sonoras como forma a reapropriar-se temporariamente do espaço público como lugar de encontro e troca.

Lucas Bambozzi- artista plástico e video maker

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

sábado, 23 de agosto de 2008

PERFORMANCE PRESENTE FUTURO - Dias 29, 30 e 31 de agosto no Oi FUTURO - RIO




Durante três dias, de 29 a 31 de agosto, o Oi Futuro recebe Performance Presente Futuro, um evento interdisciplinar dedicado à multiplicidade da arte da performance e sua integração com recursos tecnológicos e científicos, percebidos em uma parte da produção performática atual. A programação, com entrada franca, reúne exibição de videoperformances de artistas como Wagner Rossi, Amilcar Packer, Sara Ramo, João Penoni, além da participação de Chelpa Ferro, Maurício Ianês, Pontogor, Vivian Caccuri, Ana Montenegro e Edgar Ulysses e da Cia Teatro Autônomo, e palestras de Maria Beatriz de Medeiros, Orlan e Ricardo Dominguez.

Performance Presente Futuro reúne pesquisas artísticas e trabalhos inéditos em que a ciência e a tecnologia estão presentes como fundamento e não somente como fetiche. As propostas exibidas nestes três dias de mostra são fruto da vontade de artistas em compreender a humanidade pós-orgânica em um mundo que se quer mais tecnológico, mas que também precisa resgatar sua harmonia natural para garantir permanência ao homem, animal que cria e destrói, voraz. Durante três dias, o quarto piso do Oi Futuro recebe ações ao vivo, vídeos performáticos e palestras de artistas que, apoiados em tecnologias diversas, elucubram sobre o cotidiano humano em meio urbano, hoje totalmente permeado por recursos mecânicos, eletrônicos e digitais.

“Ferramentas como gravação e projeção de imagens, amplificação de sons, atos em telepresença e intervenções cirúrgicas manipulam os componentes de obras-ato, efêmeras por natureza, prolongando o corpo do artista, rearranjando narrativas e temporalidades desta que é considerada uma arte ao vivo e presencial por princípio. Essa é primeira vez que um evento discute essas relações entre arte performática e ferramentas tecnológicas”, explica Daniela Labra, curadora do projeto.

Um dos destaques do evento é a palestra com a artista francesa Orlan, na sexta-feira, dia 29, às 19h30. Nascida em Saint-Etienne, Orlan surpreendeu o mundo quando, entre 1990 a 1993, protagonizou uma série de nove cirurgias performáticas, filmadas e difundidas em instituições ao redor do planeta. Atualmente, ela trabalha com escultura e fotografia digital para a série Auto Hibridizações ao mesmo tempo em que trabalha com biotecnologias.

terça-feira, 29 de julho de 2008

ANPAP - Associação Nacional de Pesquisa em Artes Plásticas

A ANPAP - Associação Nacional de Pesquisa em Artes Plásticas, foi fundada em 1987.
Os encontros organizados anualmente pela ANPAP têm sido os grandes marcos do desenvolvimento da pesquisa em Arte no país, promovendo intercâmbios entre universidades, entre universidades e outras instituições, entre artistas autônomos e a comunidade científica, bem como discutindo e divulgando as pesquisas levadas a efeito em todo o Brasil.

Para o 17º ENCONTRO NACIONAL, que acontece de 18 a 23 de agosto de 2008 em Florianópolis/SC, apresentamos um trabalho em co-autoria - eu, Patrícia Franca e Daniella de Moura - com o título: Pensando a imagem do corpo.

Maiores informações sobre a ANPAP e o encontro deste ano, acesse o site http://www.anpap.org.br/

sábado, 12 de julho de 2008

VERBO 2008 - Galeria Vermelho/SP

Recebi um e-mail da Galeria Vermelho sobre a Verbo 2008. Pela importância da iniciativa, envolvendo a exposição, o estudo e a reflexão sobre a arte da performance, incluo o release no blog.



A VERBO, evento de performance que ocorre anualmente na galeria Vermelho, chega à sua quarta edição apresentando 51 projetos que refletem o campo de tensão representado pela performance na arte atual. São fotos, instalações, performances, vídeos e stills de vídeo que apontam para a tentativa do artista de colocar em perspectiva um diálogo com o observador através do seu corpo. Elementos carnais da iconografia tradicional serão apresentados em contraposição à assepsia do cubo branco em trabalhos que sugerem a dependência, o cuidado, a necessidade de compromisso e de dominação.

A seleção de trabalhos aponta também para o poder associado ao sagrado, ao profano, às rotinas do cotidiano e à dor infligida pelo homem a si mesmo e aos outros. Atos de violência, rotinas diárias de alimentação, respiração, reprodução e sexualidade que, por conta da natureza civilizada do homem não aparecem em público, especialmente em situações onde a tradição limita a liberdade individual.

Além disso, a VERBO 08 apresenta também ações que abordam questões relacionadas ao estatuto da performance na arte atual, como, sua inserção institucional e no mercado de arte; sua aproximação com outras mídias, e, por último, sua atual eficácia como instrumento crítico e de resistência ao sistema vigente.

Para discutir tais questões, o Centro Cultural São Paulo em parceria com a Vermelho, criaram o seminário Verbo Conjugado que ocorrerá paralelamente às ações na galeria. Dividido em quatro dias, o seminário discutirá temas como, Performance e Documentação, Performance e Reencenação, Performance e Resistência Cultural, entre outros, e conta com a participação de artistas e intelectuais de várias áreas. Simultaneamente, o Mariantonia - Centro Universitário da USP, programou o curso Performance em Expansão que pretende apresentar uma análise da performance a partir de suas origens, abordando suas várias faces e articulações com outras práticas artísticas (mais informações abaixo).

Relação de artistas:: Amilcar Packer (SP), Ana Maria Tavares (SP), André Komatsu (SP), Cadu (RJ), Carla Zaccagnini (SP), Carlos Monroy (Bogotá, Colômbia), Cris Bierrenbach (SP), Farias & Mettler (Brasil, Suíça), 3D (SP), Daniel Fagundes (SP), Daniel Murgel (RJ), Fabiano Marques (SP), FrenchMottershead (Londres, Inglaterra), Glaucia Mayer (RJ), Grupo Bijari (SP), Síssi Fonseca e Hugo Fortes (SP), Jaime Lauriano (SP), Juliana Notari (Recife), Laerte Ramos (SP), Leandro Lima e Gisela Motta (SP), Leya Mira Brander (SP), Lia Chaia (SP), Luiz Alfredo Guedes (SP), Manuela Marques (Paris, França), Marcelo Cidade (SP), Marcio Banfi (SP), Marco Paulo Rolla (Belo Horizonte), Massimo Grimaldi e Sabina Grasso (Milão, Itália), Maurício Ianês (SP), Michel Groisman (RJ), Nicolás Robbio (SP), OPÁVIVARA + Grupo UM (RJ), Rafael Assef (SP), Renato Hofer (SP), Ricardo Carioba (SP), Rosângela Rennó (RJ), Rose Akras (Amsterdã, Holanda), SUPERFLEX (Dinamarca), Thelma Bonavita e Cristian Duarte (SP), Tiago Judas (SP),Tiago Primo (RJ), Yiftah Peled (Florianópolis) e Yuri Firmeza (Belo Horizonte).

EXPOSIÇÃO:: VERBO 2008
PERFORMANCES:: DE 15 DE JULHO A 18 DE JULHO DE 2008, DAS 20 ÀS 22H30, 19 DE JULHO DAS 11 ÀS 20H
EXPOSIÇÃO:: DE 15 DE JULHO A 09 DE AGOSTO DE 2008. Terças a sextas das 10 às 19 e sábados das 11 às 17h.
ENTRADA GRATUITA
HORÁRIOS E INFORMAÇÕES::
www.agenciaverbo.com e www.galeriavermelho.com.br
VERMELHO
RUA MINAS GERAIS, 350 - 01244010 - SÃO PAULO - TEL.: 11 3257 2033

sexta-feira, 13 de junho de 2008









TRABALHOS DA SÉRIE PONTO DE EQUILÍBRIO - WAGNER ROSSI - 2008

quinta-feira, 12 de junho de 2008

segunda-feira, 12 de maio de 2008

TERCEIRO ESPAÇO - curadoria de WAGNER ROSSI e ALEXANDRE HYPÓLITO

TERCEIRO ESPAÇO - Galeria Emma Thomas

Apresentação

A exposição Terceiro Espaço é uma coletiva de artistas do Rio de Janeiro e de Minas Gerais. A proposta é unir artistas e trabalhos dos dois Estados, não implicando em determinar especificidades regionais, mas sim convergir percursos e propostas para um terceiro lugar aparentemente neutro.
A Galeria Emma Thomas, em São Paulo é, então, o espaço para o diálogo entre estas produções, atuando como um entremeio capaz de propiciar à exploração das diversas possibilidades que surgem nesse encontro.
Contudo, por ser um lugar com características específicas – geográficas, cartográficas, sociais, culturais – a galeria funciona também, nesse caso, como espaço de transformação e reorganização das propostas que acolhe, influindo ativamente na apresentação dos trabalhos.
Nessa hibridização, própria de uma confluência de diferenças, a Emma Thomas atua como um espaço de contato aberto e mutável.

Sobre a curadoria:

Os curadores Wagner Rossi e Alexandre Hypólito optaram por trabalhar com a idéia de caminhada e percurso. Tanto no que se refere à produção individual de cada artista, quanto pela característica do deslocamento geográfico (um ir para).
Sem uma definição pré-concebida e limitadora de percursos e experiências, a mostra contempla um número generoso de artistas envolvidos em momentos distintos de produção e prática artística.
Assim, não havendo uma linguagem específica ou unificadora nesta produção, o que pode ser apreendido é a grande variedade de processos e suportes, conceitos e proposições.
Entre os trabalhos escolhidos, o corpo e a paisagem são dois temas evidentes. Não fechados em seus conceitos rígidos, mas abertos a trocas e sentidos múltiplos. Aqui, corpo e paisagem não se fixam, são transitoriedades direcionadoras de deslocamentos conceituais que permitem assimilar corpo como paisagem e paisagem como corpo, definindo a amplitude simbólica, estética e textual como forças capazes de evidenciar a impossibilidade de fusão entre as diferenças, sejam elas culturais, geográficas, sociais ou políticas.


Artistas de Minas Gerais – curadoria de Wagner Rossi

Galeria:

Daniella de Moura
Patrícia Franca
Paulo Nazareth
Rodrigo Castro de Jesus
Rodrigo Mogiz

Área externa da galeria:

Cássia Macieira
José Paulo Neves
Luciana Lyrio


Artistas do Rio de Janeiro – curadoria de Alexandre Hypólito

Galeria:

Felix Richter
Julia Debasse
Tereza Costa
Winnie Colvin

Área Externa da galeria:

Gabriela Mureb
Miguel Bandeira
Pedro França


texto: Wagner Rossi

quarta-feira, 26 de março de 2008

ZIKZIRA Espaço-Ação










Kim
Global Warming






Contemplado pelo Prêmio Cena Minas o espaço abre inscrições para o projeto “Solilóquio”.


Em 2008, o espaço da continuidade a seu programa variado e internacional chamado ‘ação contraria’, apresentando o projeto Solilóquio, onde demonstra o não confinamento nas suas formas de abordagem cênicas; dando a oportunidade para artistas que tenham uma característica singular a realização de cenas individuais, onde a forma dramática do discurso em que o corpo extravasa de maneira ordenada ou não, os seus pensamentos e emoções em monólogos ou solos, sem dirigir-se especificamente a qualquer ouvinte, criando assim um tempo no espaço onde o privilegio de testemunhar um ato de ações físicas se torna público.

As inscrições podem ser feitas pelo site www.zikzira.com/actionspace


Primeiro Solo da serie “Solilóquios”

Global Warming

O premiado bailarino coreano Sung hwa Kim explora em seu trabalho solo, o transmutável, aquilo que é vidente a um processo de perpetuo recomeço, um recomeço arcaico e urbano.

Sunghwa-Kim
Graduado pela Deok Won Arts School, da Coréia do Sul, Sunghwa-Kim tem ganhado vários prêmios de melhor bailarino em seu país especialmente por participações em festivais, entre eles, The Pusan Dance Festival, International Exibition Memorial Festival, Art Summit, New Generation Festival, 12th Korean National Dance Festival, e Seul International Dance Festival. Sunghwa-Kim atuou no espetáculo Eu vos liberto da Cia Zikzira .

Os ingressos poderam ser retirados 1 hora antes do espetaculo.
09 e10 de maio as 21:00hs
Entrata franca.
Rua Laplace 18ª santa lucia
(31)32930833

www.zikzira.com/actionspace


Release enviado pela Fernanda Lippi

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Improvável Presença - 2007

Imagens da ação/instalação Improvável Presença, realizada no bar Família Paulista, durante o evento ARTE NO BANHEIRO - comidadibuteco/2007. Belo Horizonte-MG

Utilizado como utensílio de limpeza, o balde é objeto necessário nos processos cotidianos de higiene dos espaços habitáveis. Na instalação/intervenção Improvável Presença, o balde foi o elemento que me permitiu propor contatos improváveis entre o meu corpo e o ambiente dos banheiros. Além dele, as paredes foram cobertas de tinta vermelha e uma lâmpada vermelha substituiu a tradicional luz branca.
Como o nome do trabalho sugere, ocorre um estranhamento na organização dos objetos – baldes – instalados no banheiro, oportunizando novas posturas e diálogos do corpo diante desses elementos e do ambiente.
Subvertendo sua função utilitária e localização velada, o balde é, aqui, presença estética e relacional.
Improváveis posturas foram exploradas por mim, ao fotografar proposições do meu corpo no ambiente, expondo-as nas portas dos banheiros




segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

GESTOS MECÂNICOS - Dezembro de 2007

Quanto mais percebo a facilidade com que imagens em movimento são transmitidas de forma global em questões de minutos, mais consciente fico da incapacidade de uma leitura profunda dos aspectos que constituem essas imagens - desde sua intenção, origem, método, abrangência, até sua recepção e percepção pelo outro.
Não pretendo atestar valores e posições hierárquicas, qualificando em categorias essas formas de percepção. Mesmo os mais imprevisíveis contatos são intensidades, possibilitando apreensões reais.
Na série de vídeos denominados Gestos Mecânicos, realizados entre o período de 01 a 25 de dezembro de 2007, percebo uma amplitude que transborda os limites de um tempo e lugar precisos, abrindo-se, em suas particularidades individuais, ao encontro com o outro.
Nessa obra que se desmenbra e dilui, convergindo para uma existência que não se consegue deter e que se move sozinha, compreendo sua facilidade de ser tanto uma faceta como toda sua extensão. Completamente livre de direções e proposições rígidas, sua imaterialidade compõe nesse espaço virtual um imenso espectro de abertura ao porvir.

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Mapeamento verbal da série Gestos Mecânicos - acompanhe os vídeos no You Tube.

Gestos Mecânicos I - 01/12/07

uma ação cotidiana em uma série de vídeo registro.

Gestos Mecânicos II - 02/12/07

Série de 25 vídeos como registro de uma mesma ação diária. A data da captação da imagem e do upload é apresentada ao início do filme. As imagens são captadas por uma CAM/ câmera de PC.

Gestos Mecânicos III - 03/12/07

"Os acontecimentos são as únicas idealidades; e reverter o platonismo é, em primeiro lugar, destituir as essências para substituí-las pelos acontecimentos como jatos de singularidades." GILLES DELEUZE

Gestos Mecânicos IV - 04/12/07

"Foi a partir desta descoberta do rosto como lugar do acontecimento que o cinema mudo pôde produzir um mundo de epifanias, de coisas dotadas de olhar. Por meio do close, que dá dimensão monumental ao rosto, suspende toda intriga e duraçao exteriores para concentrar nele os acontecimentos." NELSON BRISSAC PEIXOTO - Paisagens Urbanas

Gestos Mecânicos V - 05/12/07

"É somente através do muro do significante que se fará passar as linhas de a-significância que anulam toda recordação, toda remissão, toda significação possível e toda interpretação que possa ser dada. É somente no buraco negro da consciência e da paixão subjetivas que se descobrirão as partículas capturadas, sufocadas, transformadas, que é preciso relançar para um amor vivo, não subjetivo, no qual cada um se conecte com os espaços desconhecidos do outro sem entrar neles nem conquistá-los, no qual as linhas se compõem como linhas partidas..." GILLES DELEUZE/FÉLIX GUATTARI - Ano Zero/Rostidade.

Gestos Mecânicos VI - 06/12/07

Hoje vai ser o silêncio!

Gestos Mecânicos VII - 07/12/07

Como habitar os espaços? Como construir possibilidades criativas e ativas nessa relação com o interior dos lugares familiares - o quarto, o banheiro, os cantos? Nessas performances, amplio campos de presença, transportando-as para mídias públicas e de livre acesso.

Gestos Mecânicos VIII - 08/12/07

Chamo de "gestos mecânicos" aquelas ações que acontecem cotidianamente, e que incluídas como ações necessárias e insdipensáveis, atualiza em nós uma reflexão sobre os atos modelados e destituídos da presença ativa na ação.

Gestos Mecânicos IX - 09/12/07

quero me ver livre do rosto...desse rosto ultrapassado e que não me atende mais. Trabalhar de forma a desconstruir uma identidade formatada pelo medo e culpa. Meu corpo não é meu rosto, é muito mais que isso.

Gestos Mecânicos X - 10/12/07

Destruir o rosto é trazer dignidade para a cabeça. Uni-la ao corpo, eliminando a experiência de deslocamento corpo-cabeça.

Gestos Mecânicos XI - 11/12/07

Nessa cabeça de palhaço, expondo seu rosto ao ridículo da ação, fica evidente a sutil e invisível passagem entre estados que motivam, no outro, o desrespeito, o olhar crítico, a indiferença, e por outro lado, a inserção em circuitos culturais, a aceitação, a sofisticação intelectual. Transitar entre esses lugares pode ser uma política.

Gestos Mecânicos XII - 12/12/07

Fenômeno ritual intenso que, em sua repetição, devolve ao gesto a possibilidade de ser pura poesia.

Gestos Mecânicos XIII - 13/12/07

"Conquistadores podem ter privado suas vítimas da sua linguagem, arte, religião, reis e arquitetura; mas a dança, sempre fértil, escapou do controle do conquistador." T. Hijikata

Gestos Mecânicos XIV - 14/12/07

"...é preciso constatar que se misturam diariamente nas telas do planeta as imagens da informação, da publicidade e da ficção, cujo trabalho e cuja finalidade não são idênticos, pelo menos em princípio, mas que compõem, debaixo de nossos olhos, um universo relativamente homogêneo em sua diversidade." Marc Augé

Gestos Mecânicos XV - 15/12/07

Total participação - total alienação...não existe espaço para o conforto do equilíbrio.

Gestos Mecânicos XVI - 16/12/07

A pele do rosto....deslizando pela sua superfície, a câmera registra suas descontinuidades, rugosidades...percursos que modificam sua aparente superfície - máscara.

Gestos Mecânicos XVII - 17/12/07

Na superfície da imagem do vídeo apresenta-se um corpo e sua profundidade, demarcada pela presença da escova de dente dentro da boca e em movimento.

Gestos Mecânicos XVIII - 18/12/07

A cidade nos mantém sob seu olhar, que não se pode suportar sem vertigem. Se gostas de vigiar, ofereço meu rosto para seu controle.

Gestos Mecânicos XIX - 19/12/07

Esse diário é, para mim, desenvolvimento de pensamentos que me afligem dia e noite, mais ou menos imediatos e gerais. Não sei se há seqüência de um dia para outro ou se há fragmentação de assuntos ou idéias, o que sei é que é vivo, documento vivo do que quero fazer, do que penso e sinto.

Gestos Mecânicos XX - 20/12/07

A vergonha e a sua ausência são apenas manifestçaões opostas de uma mesma necessidade...sera?

Gestos Mecânicos XXI - 21/12/07

Quando olho para um rosto conhecido, daqueles que se guarda uma memória contida, percebo que fico estranho. É como uma invasão da minha privacidade...um estupro. Não pelo outro, que nem se dá conta daquilo, mas pela sensação de castração que o rosto consegue impor a mim. Rosto como identidade, como poder, como construção ideológica. Rosto de terno e gravata e olhos azuis, rosto de salto alto, rosto no palanque.

Gestos Mecânicos XXII - 22/12/07

....o tempo como um lenço usado. Quanto mais amarrotado, mais possibilidades de novas invenções.

Gestos Mecânicos XXIII - 23/12/07

O gesto de escovar os dentes parece tão corriqueiro que, antes de pensar sobre isso, na infância, achava ser natural tal hábito.Minha avó me contou, quando ainda viva, que ela não tinha escova de dente quando criança. Não existia!Escovava os dentes com uma folha, não me lembro qual, e na beira do rio. Isso me impressionou muito! Tive que rever todas as minhas crenças, e não acreditei mais no que os adultos falavam.

Gestos Mecânicos XXIV - 24/12/07

"Rosto, que horror, é naturalmente paisagem lunar, com seus poros, suas espessuras desiguais, suas partes obscuras, seus brilhos, suas brancuras e seus buracos: não há necessidade de fazer dela um close para torná-la inumana, ela é close naturalmente, e naturalmente inumana, monstruosa cogula." Gilles Deleuze; Félix Guattari - Ano Zero/Rostidade.

Gestos Mecânicos XXV - 25/12/07

"Num contexto marcado pelo controle da vida, as modalidades de resistência vital proliferam de maneiras as mais inusitadas." Peter Pál Pelbart - Vida Capital/p.150.

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

GESTOS MECÂNICOS - série de vídeos diários realizados para a web. O projeto se estende durante 25 dias - de 01 a 25 de dezembro de 2007.

Vinte e cinco dias de uma ação repetitiva e particular. Nessas videoperformances para a web - you tube - traço um percurso tendo o meu corpo como instrumento de percepção temporal. Gestos repetitivos, já moldados pela memória do corpo. Gestos mecânicos e condicionados pela necessidade da higiene corporal, sempre particular e íntima.
O rosto como paisagem, o rosto como apresentação da construção identitária do homem, o rosto como política, o rosto como força de controle.

"Se o rosto é uma política, desfazer o rosto também o é, engajando devires reais, todo um devir-clandestino. Desfazer o rosto é o mesmo que atravessar o muro do significante, sair do buraco negro da subjetividade. O programa, o slogan da esquizo-análise vem a ser este: procurem seus buracos negros e seus muros brancos, conheçam-nos, conheçam seus rostos, de outro modo vocês não o desfarão, de outro modo não traçarão suas linhas de fuga."

Gilles Deleuze/Félix Guattari. (Mil Platôs: capitalismo e esquzofrenia) p.58
" O presente é o único tempo disponível, o único tempo real, e longe de ser somente quando cessa de ser...ele não cessa de durar, de continuar, de se manter. Quando comecei essa comunicação, o presente estava aqui. Ainda está, nesse momento em que eu a continuo. E estará sempre, quando eu tiver terminado, quando tivermos nos despedido, quando pensarmos em outra coisa..."

ANDRÉ COMTE-SPONVILLE/O Ser-Tempo

Série de videoperformance para a web - GESTOS MECÂNICOS

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Maçãs do amor - ação contrária/ Diadema - 2006 - SP/ Wagner Rossi





O projeto “Maçãs do amor-ação contrária” aconteceu em Diadema (SP) no dia 09 de dezembro de 2006. O projeto, realizado junto ao coletivo EIA –Experiência Imersiva Ambiental, tão logo se concretizou, terminou. Vaporoso, instantâneo, permitiu experiências afetivas de contato e união. Ao escolher uma árvore na Praça da Moça, em Diadema, para acolher 100 maçãs, o que prevalece é o desejo enquanto invenção, possibilitando novas formas de agir no cotidiano e restabelecendo “outras” formas de cooperação, gerando contatos sociais e coletivos que criam qualidades sempre novas de afetação recíproca, valores próprios, inventividade grupal. É o corpo do coletivo que, unido, agrega valores, instaurando novas associações e permitindo fluxos de trocas energéticas e alegria jubilosa.A invenção e a cooperação, fontes de alegria, permitem que possamos experimentar uma nova relação social e afetiva, baseada na expansão; subtraindo uma postura de carência, sofrimento e falta que são reações próprias do tédio e do conformismo social e que alimentam toda uma estrutura social-política-religiosa de modelação corporal. Em “Maçãs do amor-ação contrária”, agir na contramão do socialmente estabelecido e, simbolicamente, oferecer o fruto ao contrário de retirá-lo, produziu consciente/inconscientemente uma pequena variação no padrão imposto, ressoando, em nossos corpos, a alegria da abundância.
Wagner Rossi

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

FESTIVAL DISPOSITIVO- Paço das Artes - São Paulo


Dentro da temporada de projetos do Paço das Artes, acontece o Festival Dispositivo. Nesse projeto participo com uma videoperformance.

A abertura da mostra acontece dia 21/11/07

Paço das Artes - São Paulo/SP

www.pacodasartes.org.br

quarta-feira, 14 de novembro de 2007


sem título
fotoperformance - 2007
fotografia digital - políptico
wagner rossi

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

EU VOS LIBERTO - ZIKZIRA TEATRO FÍSICO

Fernanda Lippi e André Semenza, atuais responsáveis e fundadores da Cia Zikzira Teatro Físico, depois de mais de um ano de trabalho, apresentam o espetáculo EU VOS LIBERTO - 23 de novembro à 09 de dezembro - no espaço cultural ESPAÇO 104, em Belo Horizonte.

Resultado da disciplina e capacidade criativa dos dois, e da equipe que os acompanha, o espetáculo parece ser de uma qualidade e força excepcional.

Para quem quer saber mais sobre o trabalho da Cia Zikzira, acesse o site http://www.zikzira.com/

e www.zikzira.com/euvosliberto

O site é uma maravilha.

Abaixo, segue parte do release que recebi da Fernanda e do André:

A Companhia Zikzira Teatro Físico apresenta a audaciosa montagem “Eu Vos Liberto”, versão da tórrida paixão de Fedra, esposa de Teseu, pelo enteado Hipólito. Considerada a primeira tragédia sexual da humanidade, a peça é, nas palavras do diretor André Semenza “o retrato de humanos desenraizados à procura de pistas”. “Eu Vos Liberto” estréia no dia 23 de novembro no Espaço 104 numa temporada de 3 semanas e segue em turnê internacional por Londres (Inglaterra), Paris (França), Stockholm (Suécia), Tallinn (Estônia) e Seul (Coréia do Sul).
Um espetáculo de amor, ódio, culpa, dor e perdão. Não necessariamente nessa ordem, essas poucas palavras podem traduzir, ainda que de forma superficial, a nova (e audaciosa) montagem da Companhia Zikzira Teatro Físico. Reconhecida por seus projetos instintivos e impactantes, que não se furtam em causar espanto e até certo desconforto (no bom sentido!), a cia. Anglo-brasileira desafiou-se ao buscar o mote de seu mais recente trabalho no berço do teatro universal: a Grécia Antiga. Desta vez, dois anos após encenar “Verissimilitude”, espetáculo aclamado por crítica e público, a Zikzira leva ao público do Brasil “Eu Vos Liberto”, versão adaptada pelos diretores e inspirada na idéia original da clássica história de Eurípides, que há 2.500 anos narrou a tragédia “HIPÓLITO”.

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Algumas fotos da abertura da exposição LIVING ROOM - QUARTO VIVO






Imagens da abertura da exposição LIVING - ROOM Quarto Vivo, que aconteceu em São Paulo - dia 03/11/07.
As imagens foram enviadas pela Juliana Freire.